quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

aee galerinha... passando só p avisar q vai demorar um pokinho p sair os proximos posts...

mas logo logo haverá continuação... aguardemm...

bjooo

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Capítulo II

O SONHO


- caramba, que sonho esquisito – Maiah resmungava enquanto procurava o celular – ah, só a Fran mesmo pra me ligar cedo assim. Pode falar.
- bom dia pra você também sua chata, se você não percebeu já são nove horas da manha!
- é eu percebi sim, eu só não entendi ainda porque você tem que me ligar tão cedo.
- porque eu sabia que você iria esquecer da aula, e não está cedo não viu?
- droga! Eu esqueci mesmo, tava tão acostumada com as férias – maiah agora voltara a deitar-se na cama.
- é mas pode desacostumar porque hoje agente ficou de ajudar a apresentar a escola para os alunos novos lembra?
- agente não, aquela mala da diretora que quase obrigou agente a se oferecer pra isso.
- é mas agora já era, nós falamos que íamos ajudar, então temos que ir.
- realmente, agente também não tinha escolha, se agente não se oferecesse ela ia nos chamar, então não faz diferença.
- é, então tchau né? Onze e meia no ponto do ônibus ok? E vê se não atrasa Maiah!
- vou tentar, beijo, tchau.
- tchau.
Maiah desliga o telefone troca de roupa e vai para cozinha tomar café.
- iih, esqueci que a Julia ia sair hoje, não tem nada pronto. Vou comer só uma maçã mesmo, daqui a pouco tenho que fazer almoço. Tem que acordar aquele inútil também, que droga, aulas aulas aulas... pra que?
Maiah era uma garota muito bonita, aos quatorze anos entrava no segundo grau na Escola Estadual Manuel Andrade, era uma aluna aplicada e bem conhecida na escola por suas notas e também por sua beleza. Seus longos cabelos lisos e negros iam em contraste com sua pele clara, não era muito alta mas tinha corpo de uma garota de dezesseis ou dezessete anos. Sempre fora muito animada e extrovertida, adorava fazer amigos e tinha grande facilidade pra isso.
Voltando a pensar no sonho que tivera, Maiah se arruma, almoça e vai encontrar a amiga para irem juntas à escola:
- que milagre!
- o que é milagre?
- Maiah Conner chegando na hora! Isso é para se lembrar pra sempre.
- ahn, era pra rir? Porque eu não achei graça...
- desculpa amiga!
Francielle era a melhor amiga de Maiah, era bem mais fechada e tímida que a amiga e talvez por isso a amizade delas era tão forte. Fran também era muito bonita e inteligente, as duas faziam a dupla mais popular do colégio, o que não faziam com superioridade.
- desculpada, como você está?
- ah to bem, um pouco de sono mas bem.
- você com sono Fran? Isso sim é milagre.
- eu tive um sonho assustador essa noite, sonhei que minha mãe tava grávida, de novo! imagina só? Eu quase nem dormi – Maiah começa a rir muito – ri mesmo, você não sabe o terror de ter um irmão pequeno.
- ainda bem que não
- até que enfim o ônibus chegou. – as duas entram no ônibus e sentam-se nos bancos mais próximos da porta, Maiah ainda ria descontroladamente - você ri porque não teve irmãos, e a Julia também não teve filhos, nossa quando o Rayan nasceu eu penei, eu que olhava ele, trocava fralda e tudo mais. E eu só tinha dez anos! Imagina!
- eu lembro o que você sofreu amiga!
- eu dei graças a deus ano passado, que a mamãe colocou ele na escolinha!
- mas mudando de assunto, eu também tive um sonho muito estranho essa noite, sonhei que eu estava numa rua deserta e escura – e assim Maiah contou o sonho pra amiga durante todo o trajeto até a escola.
- nossa Maiah, sonho estranho mesmo, bizarro essa história de princesa, outra dimensão... e irmã gêmea? imagina outra igual a você, ah eu não ia agüentar não! que imaginação hein?
- o pior não é isso Fran, o pior é que eu lembro cada detalhe do sonho, sem tirar nem colocar nada, os nomes, as roupas, os rostos das pessoas, tudo está perfeitamente idêntico na minha cabeça como eu vi lá, como se eu realmente tivesse presente naquela ocasião.
- você já contou isso pra Julia? Quer dizer, ela tava no seu sonho não é? Talvez quando você era menor, ela possa ter te contado uma história parecida, então ela pode saber te esclarecer algo!
- eu pensei nisso mas a Ju não tava em casa, ela saiu bem cedo.
- então você vai ter que falar com ela depois não é?
- não sei, acho que vou rondar um pouco antes, ver se eu pesco alguma coisa.
- é uma boa idéia!
Elas tinham acabado de entrar na escola quando encontraram a diretora
- Boa tarde diretora Mercês!
- oh, boa tarde Maiah, boa tarde Francielle!
- boa tarde diretora! – a outra menina respondeu.
- que bom que vocês vieram, os outros auxiliares já estão no auditório, se vocês pudessem se juntar a eles eu agradeceria. – a diretora pediu com um falso tom de simpatia na voz.
- é claro, mas eu não sabia que haveriam mais alunos – Fran indagou
- oh sim, eu pedi que viessem dois alunos de cada turma, assim fica mais fácil de coordenar os novos alunos.
- muito inteligente diretora!
- obrigada Maiah, agora vocês podem ir?
- até mais senhora – em um coro as meninas despediram-se e saíram de perto da diretora.
- essa bruxa tem cada idéia louca.
- deixa ela te ouvir Francielle Duncan, que você vai ver o quanto ela é louca.
As duas chegaram no auditório às gargalhadas mas ao entrar ficaram em silencio demasiadamente rápido.
- caramba, a velha conseguiu arrastar esse tanto de gente pra cá no primeiro dia de aula?
- tipo, o auditório está bem cheio pro primeiro dia!
- o que que os alunos não fazem para agradar à diretora
- pois é
- aqui Maiah, aqui tem dois lugares.
- perto dessas duas seriemas aí? Jamais, aqui ta melhor. – Maiah se referia a duas garotas sentadas na fileira da frente à que Fran havia citado, eram duas das poucas pessoas que odiavam Maiah naquele lugar, as meninas, pela idéia de Maiah, eram duas patricinhas que morriam de inveja da popularidade da garota. Sem contar também da disputa entre as duas turmas.
- você me mata de rir Mah!
- é eu sei =D
- Ei Maiah, tudo jóia? – uma garota gordinha se aproxima e cumprimenta as meninas.
- ei Dani, quanto tempo moça!
- ei Fran
- ei Dani, como você ta? A gente te procurou durante as férias todas e nunca te achava.
- é que eu viajei com minha mãe, passei minhas férias todas em Fernando de Noronha.
- ah, to bege, lá deve ser maravilhoso né? Eu e a Fran ainda vamos um dia pra lá.
- fora a companhia da mamãe, tava tudo perfeito.
- você devia dar uma chance pra ela Dani!
- você não entende Fran, eu tento, mas ela sempre faz algo pra me aborrecer!
- silêncio por favor? – a voz rouca no microfone era bem conhecida, a orientadora da escola, fazia um pedido inútil aos alunos, eles nunca a obedeciam.- por favor alunos, eu preciso da atenção de vocês.
- SILÊNCIO – dessa vez era a voz da diretora e mais do que rápido todos se calaram – ótimo, muito bem, agora vocês vão continuar assim enquanto a senhorita Vitória se pronuncia.
- bom alunos, como vocês sabem hoje é seu primeiro dia de aula, e como veteranos vocês já conhecem a escola e suas normas. Como neste ano entraram poucos alunos novos para a escola, nós decidimos que uma boa maneira de fazer com que os novos alunos se sintam à vontade aqui, seria que os alunos antigos os apresentassem a escola. Foram escolhidos quatro alunos de cada classe. Semana passada o mesmo aconteceu com os alunos de sexta à oitava serie e primeiro ano do turno da tarde, hoje estão aqui as 15 turmas do primeiro ano do turno da manhã. Vocês irão esperar os novos alunos em suas antigas classes, eles irão chegar dentro de trinta minutos. Em cinco minutos vocês serão liberados e irão para as classes decidir qual o trajeto irão fazer. Dentro desse trajeto vocês devem apresentar aos alunos todas as áreas da escola assim como quadras, auditórios, laboratórios, secretaria, cantina, biblioteca e etc. Agora vocês têm permissão para fazerem perguntas desde que antes levantem a mão para evitar bagunça, alguma pergunta? Você aí seu nome e sua pergunta.
- Meu nome é Luiz e eu não entendi porquê vocês nos tiraram de casa para fazer um serviço que devia ser feito por vocês. – o aluno que estava sentado ao lado de Francielle arriscou, após a pergunta ouviu-se murmúrios que cessaram quando a orientadora voltou a falar:
- como eu já disse anteriormente e o senhor parece não ter escutado, nós promovemos essa atividade para que nossos novos alunos sintam-se mais á vontade ao chegarem aqui na escola, para que eles já comecem o ano com novos colegas, entendido?
- ah claro – o garoto respondeu com uma certa ironia na voz.
- mais alguma pergunta? Acho que não. Bem então vocês já sabem...
- senhora?
- sim?
- quando nós vamos ser liberados?
- bem, agora sendo meio dia e quinze, os alunos chegarão em quinze minutos então vocês tendo duas horas para apresentar-lhes a escola, ás quatorze e trinta vocês poderão sair, como não temos mais perguntas, podem seguir para as classes e esperar pelos alunos novos. Uma observação: os garotos devem apresentar à escola aos novos alunos, e as garotas às novas alunas, para facilitar a apresentação dos sanitários e evitar que normas da escola, já conhecidas por vocês, sejam quebradas. Podem ir.
Todos se retiraram do auditório com uma paciência “invejável”, porém muita conversa sobre essa nova invenção da escola. Maiah e Francielle saíram na companhia de Daniela.
- o que ela queria dizer com “evitar que normas da escola, já conhecidas por vocês, sejam quebradas”?
- adivinha Dani, ela não quer que meninas e meninos se aproximem pra evitar que eles fiquem se beijando por aí. – Maiah respondeu após uma crise de risos de Francielle. Os risos só cessaram quando elas chegaram á sala de Daniela:
- então tchau, e boa sorte.
- valeu, pra vocês também.
- até mais.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

AEEEE

prontinhoo... a ideia saiu... agora é só continuar assiiim....

desculpem qq erro ortográfico xD


comenteeem


bjuu

=*

Capítulo I

DEJA VU [?]

A escuridão tomara conta do lugar, os moradores parecem ter se assustado com o barulho, pois logo se retiraram e apagaram as luzes. Maiah tinha certeza de que nunca estivera ali antes, porém sentia uma certa paz naquele lugar. Já não havia mais ninguém na rua quando apareceu uma mulher que seguia decidida, aparentemente, para o nada. Ela parecia esperar por algo ,impaciente.
Após alguns segundos caminhando, a mulher pára e começa a conversar com alguém, e logo se percebe a chegada de mais e mais pessoas para junto dela. O silencio é ,então, quebrado pelas vozes , e a escuridão antes ali, agora era um pouco ofuscada pelo brilho das jóias que estavam pelos corpos e trajes das pessoas presentes. Maiah tentava se aproximar, mas alguma coisa a impedia e tudo que ela se contentou a fazer foi prestar atenção e tentar entender um pouco do que eles diziam.
Apesar do barulho e da inquietude não havia sinal de que algum morador estivesse incomodado com o fato, e os presentes ali também não pareciam se preocupar em serem discretos. O diálogo entre aquelas pessoas havia agora tomado tom de discussão, e eles pareciam se descontrolar a cada palavra até que alguém pareceu não gostar muito daquilo:
- chega! – disse uma voz feminina e uma grande luz branca surgiu e todos aqueles que estavam discutindo, exceto uma mulher que segurava um grande embrulho, foram jogados para o canto e, ao invés de caírem, foram arremessados contra cadeiras, que com certeza, não estiveram ali antes. Mais uma vez uma luz, porém mais fraca, fora lançada, esta fez as luzes dos postes próximos àquelas pessoas acenderem e assim foi possível ver mais nitidamente os rostos e trajes dos presentes ali. Suas roupas eram bem sofisticadas, Maiah sentia-se em um desfile de modas.
As mulheres usavam longos e luxuosos vestidos de cores escuras e com pequenas e inúmeras pedrinhas brilhantes que se arrastavam por todo o comprimento. Seus cabelos se resumiam em um conjunto de cachos e tranças, na maioria se estendendo até abaixo da cintura, e no alto da cabeça uma tiara prata, que lembrava uma pequena coroa. Maiah percebeu então que duas delas usavam tiaras diferentes, a de uma era ligeiramente maior e prateada, um pouco mais brilhante que as outras, era mais arredondada e possuía duas pedras, aparentemente uma seria um rubi e a outra uma esmeralda. A outra era consideravelmente maior que as outras e muito dourada, com uma jóia grande brilhando muito no centro, esta mulher era a mais calada, estava sempre aos prantos, Maiah agora a identificou como a que não havia sido jogada nas cadeiras, o embrulho sempre as mãos.
Os homens também vestiam preto, porém um conjunto menos formal e quase idêntico de calças e camisas de manga ¾. A única diferença visível eram as cores que seguiam no contorno das camisas. Os sapatos eram bem estranhos, pareciam sapatilhas de balé, porém com um cano alto que seguia quase até o joelho. Alguns tinham um pouco de barba, e seus cabelos eram curtos e com “desenhos” feitos pelo corte que pareciam ser brasões e essa era outra diferença, cada um vinha com um desenho e com escritos visivelmente desiguais uns dos outros.
- nós precisamos tomar uma decisão rápida – a mulher voltara a falar e, prestando mais atenção nela, Maiah a identificou, sim aquele rosto, apesar de mais jovem era bem conhecido, aquela era Julia, tutora de Maiah- eles virão atrás das garotas e nós não temos condições de contra-atacar, precisamos proteger as princesas pois elas são nossa única chance.
- mas como nós vamos fazer isso? – protestou um homem – você mesma disse que não temos condições de lutar contra eles.
- temos que encontrar uma forma de escondê-las, pelo menos até elas terem idade suficiente para nos ajudar.
A discussão tomara conta do lugar novamente mas Maiah não prestara atenção a isso, o fato de Júlia estar ali e tão mais jovem a deixou muito confusa, o que estaria acontecendo de tão grave? Que lugar era aquele? Quem eram aquelas pessoas tão esquisitas? Por que aquela mulher chorava tanto? O que seria aquele embrulho? Os pensamentos de Maiah foram então interrompidos por um silencio anormal, de repente toda a falação cessara e todos abaixaram a cabeça quando a mulher que segurava o tal embrulho levantou-se e começou a falar, quase gritando:
- vocês não vêem o que estamos passando? Eu sei que estão todos preocupados, mas discutir não levará a lugar nenhum – naquele momento ela havia parado de chorar e falava com tanta firmeza que nem parecia a mesma mulher – ao contrário, só irá fazer com que os Mayons se aproximem ainda mais de nós.
- Mas ma...
- em primeiro lugar, todos irão se dirigir a mim como Luanna – a mulher ignorou a interrupção e continuou – assim como eu todos vocês terão novos nomes à sua escolha. Segundo, nós temos que encontrar uma forma de esconder as princesas, eu pensei em nos separar e enviá-las para outra dimensão. Terceiro, alguns de nós ficarão aqui e se renderão aos Mayons para amparar a população até que as meninas estejam prontas.
- e como a senhora irá dividir este esquema? – Julia voltou a falar
- não me chamem mais de senhora, não dentro de alguns anos, nós precisamos de disfarces, e se me chamarem de senhora vai ser muito óbvio. E respondendo à sua pergunta Lienna, e eu peço que não me interrompam, enquanto vocês discutiam, eu resolvi o seguinte: Lostro e Dínama da Aldeia do Leste ficam com a princesa Lanna e você, Lienna, e Nícones ficam com a princesa Maiah – naquele momento Maiah achou muito estranho, sem perceber que seu nome fora citado, ela notou que Luanna estava se referindo à Julia quando dizia o nome Lienna, esse seria verdadeiro nome de Júlia? Para entender melhor, a garota voltou suas atenções à rainha – vocês vão levar elas até a sexta dimensão e lá encontrarão um bom lugar para viver, um lugar que não seja muito movimentado nem muito conhecido, mas também não pode ser um lugar muito escondido, pois esses serão os lugares em que os Mayons irão procurar primeiro – a rainha ficou em silêncio, então uma mulher arriscou falar:
- e você? As meninas não podem ficar sem a mãe.
- oh minha irmã, vai ser difícil, eu sei, mas eu confio em todos vocês, é melhor que seja assim, eu irei ficar aqui junto com os outros, nós iremos voltar para as aldeias e vamos cuidar do povo, sem alguém para guiá-los eles vão acabar fazendo besteiras, armando revoltas e os Mayons não irão aturar tal coisa, eu ficarei e protegerei meu povo.
- obrigada, muito obrigada pela confiança, mas senhora, a sexta dimensão não seria muito perigosa? – Julia questionou – Quero dizer, em alguns anos eles poderão estar extintos, não seria mais seguro ir para a segunda ou terceira dimensões?
- não, apesar da sexta dimensão estar tão fraca, a segunda ou a terceira seriam muito vulneráveis, e eu sei que há tempo o suficiente de vida para eles até que as meninas estejam prontas. Vocês decidem para onde irão, e eu peço que não afastem muito as meninas, ou melhor, no ano em que elas fizerem 14 anos, vocês se mudarão para a mesma cidade e farão com que elas se tornem amigas. Outra coisa que peço é que contem a elas que são apenas seus tutores enquanto eu não posso estar lá, que elas descubram sozinhas que são irmãs e que, se elas não descobrirem até o fim de seus 15 anos que pertencem a esta dimensão, só então vocês têm permissão de contar-lhes suas histórias. Agora eu quero saber qual o nome que cada um escolheu para si. Ah, por favor, nomes comuns, ou chamará muita atenção! – a mulher colocou o embrulho sobre o chão e conjurou em sua mão um caderninho e uma caneta, esta que aparentava ser de ouro.
Todos então fizeram uma fila e um a um foram escrevendo e dizendo seus nomes e “codinomes”:
- nome: Nícones, codinome: Mauro, aldeia do Sul.
- nome: Lienna, codinome: Julia, aldeia do Sul. – naquele momento Maiah confirmara sua teoria, o que fez as duvidas aumentarem ainda mais. Porem ela iria pensar nisso depois, era melhor ela continuar ouvindo.
- nome:Girlo, codinome: Aurélio, aldeia do Norte.
- nome: Catharin, codinome: Maria, aldeia do Norte.
- nome: Lostro, codinome: Carlos, aldeia do Leste.
- nome: Dínama, codinome: Viviane. Aldeia do Leste.
- nome: Kinon, codinome: João, aldeia do Oeste.
- nome: Marae, codinome: Diana, aldeia do Oeste.
- nome: Miero, codinome: Igor, aldeia dos Lagos.
- nome: Clore, codinome: Gisele, aldeia dos Lagos.
- nome: Frônio, codinome: Mike, aldeia dos Mares.
- nome: Redayla, codinome: Ana, aldeia dos Mares.
- nome: Mayla, codinome: Nice, aldeia dos céus.
- agora só falta eu, nome: Mirla, codinome: Luanna, aldeia dos céus. Esse papel ficará comigo. Será o modo de nos identificarmos, eu vou colocá-lo em um pingente, e caso algo aconteça, com isso as meninas poderão nos identificar.
Todos confirmaram com a cabeça. Luanna foi então até os pacotes e retirou algo de dentro deles, Maiah ficou surpresa pois o que a mulher havia tirado era um bebe, bem pequenino, enrolado em uma magnífica manta rosa. Ela entregou o bebe a Julia:
- Lienna da aldeia do Sul, eu entrego a ti e a teu marido Nícones minha filha Maiah, que vocês cuidem bem dela e que não deixem de realizar meus desejos. – Maiah agora percebera seu nome, será que ela era uma princesa? Será que ela estaria presenciando seu passado? Ela continuou observando:
- seus desejos serão realizados, sua filha está em boas mãos. – disseram Julia e o homem juntos.
Luanna voltou ao embrulho e tirou mais um bebe, enrolado em outra manta, também magnífica esta porém era vermelha. Ela entregou o bebe a outra mulher:
- Dínama da aldeia do Leste, eu entrego a ti e a teu marido Lostro minha filha Lanna, que vocês cuidem bem dela e que não deixem de realizar meus desejos. Agora vão, no caminho vocês decidem onde ficarão. Adeus.
- seus desejos serão realizados, sua filha está em boas mãos. – o outro casal repetiu.
Eles saíram e de repente um barulho estranho assusta Maiah, seu celular tocava.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

COMEÇANDOO

aeeee... eu consegui começa uma história... parece que, modéstia parte, vai fikar bem legaal... conta sobre uma princesa que teve q deixar seu mundo ainda bebe pois corria risco... parece uma coisa bem usada e vista... mais acreditem... vcs nunk viram uma aventura assim... =*

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

ahh... eskeci

o html do blog é maiah e luka pq esses são dois nomes que, seja sobre o que for que eu vá escrevr, vão COM CERTEZA estar o livro... kiiisss...

PorQue?

Boa pergunta... por que escrever um livro?
Bem, alguns amigos há um tempo decidiram escrever histórias e vendo eles com seus livros, tão empolgados com a ideia que me afloriu uma vontade de escrever tambem... por enquanto eu só tenho ideias, mas em breve, eu espero, terá muitas histórias para voces lerem... e agradeço aki a tiago e guilherme Candido, que foram as inspirações para que eu entrasse nessa "onda"... bem eu nunca fui muito boa em escrever histórias, por isso deixarei tudo aqui pois nao pretendo me tornar uma J.K. Rowling da vida, vai ser como um robbie...

P.S.: eu ja tinha alguns textos e ideias, como a história de Maiah, uma adolescente que é enganada pelos amigos e pelo namorado... porém se eu continuar nessa ideia vai ser totalmente contra mim, afinal seria um romance e tipo eu não sou muito dessas que adoram uma história de amor... não que eu não goste, apenas não sou fã de histórias romanticas... então eu to afim de mudar... pq então eu criei o blog se nem ideia concreta eu tenho? ora, quem sabe se tendo ao menos isso de concreto não aja algum estimulo alguma ideia mais forte??

e só para preparar para o que poderá vir... se eu conseguir mudar o romance, com certeza vai ser para ficção, magia e etc... coisas estilo harry potter e senhor dos aneis... aguardem, muitas surpresas estão por vir...

até lá então, voces podem postar mensagens de casos q acontecem c vcs, a vida real é sempre interessante...

bjo... =*